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Cerrado Mineiro anuncia reposicionamento e assume protagonismo como movimento regenerativo global

Cerrado Mineiro anuncia reposicionamento e assume protagonismo como movimento regenerativo global

A Região do Cerrado Mineiro (RCM), primeira Denominação de Origem de cafés do Brasil, anunciou um novo posicionamento estratégico de marca territorial. Reconhecida por responder por 12,7% da produção nacional e exportar para mais de 30 países, a região passa a ir além da produção e se apresenta como um ecossistema de inovação, cultura e regeneração.

A iniciativa foi desenvolvida em parceria com o Sebrae e marca uma mudança de foco: de origem produtora de excelência para um movimento que integra tecnologia, sustentabilidade e desenvolvimento territorial.

O novo propósito da região é “ressignificar o produzir, o inovar e o viver, liderando um futuro regenerativo”. Na prática, a estratégia amplia a atuação para áreas como cafeicultura regenerativa, rastreabilidade, turismo, educação e bem-estar, além de fortalecer o cooperativismo e a governança local.

Com cerca de 4.500 produtores em 55 municípios, o Cerrado Mineiro busca consolidar sua imagem não apenas pela qualidade do café, mas pelo modelo de desenvolvimento que propõe.

A região já acumula marcos importantes, como a criação da primeira indicação geográfica para café no Brasil, em 1995, e a conquista da Denominação de Origem em 2013. Também lidera a cafeicultura regenerativa no país, com quase 30 mil hectares certificados.

Segundo o presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Gláucio de Castro, o objetivo é posicionar a região como referência mundial não apenas em produção, mas em propósito e impacto.