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Ieda Magalhães é eleita reitora do Unicerp

A professora Me. Ieda Pereira de Magalhães Martins será reconduzida ao cargo de Reitora do Centro Universitário do Cerrado (Unicerp) para os próximos três anos. Ela contou com votação expressiva dos professores durante a Assembleia realizada no dia 10 de junho. E no dia 17, os integrantes do Conselho Curador da Fundação Comunitária Educacional e Cultural de Patrocínio (Funcecp) acataram a decisão por unanimidade.

Ieda é professora nos cursos de Fisioterapia, Educação Física, Fonoaudiologia e Nutrição e mestre em Fisioterapia, com especialização em Fisioterapia Desportiva. Recentemente ela recebeu o título de especialista em Saúde da Mulher pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). Ela atuou como Reitora do Unicerp entre os anos de 2005 a 2015.

Para o presidente da Funcecp, o reverendo Roberto Brasileiro, Ieda tem toda a capacidade e toda estrutura para fazer a diferença na instituição, dando continuidade ao trabalho que vem sendo realizado com muito profissionalismo. “Esperamos que o Unicerp siga em frente crescendo a cada dia, se adaptando a um novo tempo com novas perspectivas e propostas para o desenvolvimento de toda a nossa comunidade acadêmica e da nossa região”, garante o Reverendo.

Para a professora Ieda Magalhães, voltar à reitoria com o apoio do corpo docente e dos conselheiros da Fundação é muito gratificante. “Esse apoio nos incentiva e nos faz seguir em frente enfrentando os desafios que a educação nos impõe, principalmente após a pandemia. Faremos um trabalho de fortalecimento e crescimento ainda maior da instituição”, conclui.

Unicerp vai sediar a 3ª edição do “Dia de Campo do Sorgo”


No próximo sábado, dia 22/06, estudantes, professores e agricultores irão se reunir em um evento bastante informativo, a 3ª Edição do Dia do Sorgo. Promovido pelo curso de Agronomia, o evento será realizado na Fazenda Experimental do Unicerp e trará à tona as recentes inovações, técnicas e oportunidades relacionadas ao cultivo do sorgo.

 

Durante esta 3ª edição, os especialistas irão destacar suas diversas aplicações e inovações, desde a produção de alimentos e ração animal até as tecnologias aplicadas às culturas anuais.

 

Segundo o coordenador do curso de Agronomia e responsável pelo evento, Prof. Dalton Benz, essa versatilidade torna o sorgo uma opção atrativa para agricultores que buscam diversificar suas atividades e aproveitar as oportunidades oferecidas por mercados emergentes. “Para os nossos estudantes será uma grande oportunidade de conhecerem na prática as vantagens e desafios do cultivo do sorgo. A participação em eventos como este amplia a visão dos futuros agrônomos, possibilitando a troca de experiências entre profissionais, pesquisadores e agricultores, promovendo um ambiente de aprendizado contínuo e inovação”, conclui Prof. Dalton Benz.

 

O evento contará com palestras, demonstrações de campo e uma exposição de equipamentos e tecnologias voltadas para o cultivo do sorgo, proporcionando uma experiência rica e diversificada para todos os participantes. 

 

A 3ª Edição do Dia do Sorgo começa às 8h e será aberta a todos os interessados mediante inscrição pelo Doity.  

Prefeito Deiró Marra anuncia recurso federal de R$ 3 milhões para o Hospital Santa Casa de Patrocínio

Na manhã desta segunda-feira (17), o prefeito Deiró Marra concedeu uma entrevista coletiva na Sala de Reuniões de Gabinete, onde anunciou a obtenção de um recurso federal destinado à Atenção Especializada de Média e Alta Complexidade.


Com esse recurso, o Hospital Santa Casa de Patrocínio receberá um total de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), verba que será utilizada para o custeio de serviços especializados.


O documento que autoriza a liberação do recurso, via Fundo Municipal de Saúde, foi assinado pelo prefeito Deiró Moreira Marra e pela secretária municipal de Saúde, Fabiana de Oliveira Bustamante. O superintendente do Hospital Santa Casa, Augusto César Guimarães de Moura, e o vice-presidente da Santa Casa, José Carlos Dias estiveram presentes representando a instituição.

Violência Contra Mulher foi tema de Mesa Redonda promovida pelo Unicerp

O curso de Direito e a área de Extensão do Unicerp promoveram na noite da última quarta-feira (12) um debate sobre a Violência Contra a Mulher. Para falarem sobre este assunto estiveram reunidas a jornalista Leid Carvalho, delegada da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher da Polícia Civil, Dra. Patrícia Amaral, a advogada Dra. Núbia Costa, a psicóloga Núbia Fernanda e a estudante do curso de Direito Stefany Pinheiro.

O evento também contou com a participação especial do Sargento Ítalo, do 46º Batalhão da Polícia Militar. Em sua fala o sargento elogiou a iniciativa do Unicerp e disse que o assunto precisa ser bastante debatido, pois a violência doméstica contra as mulheres é muito mais comum do que se imaginam. “Mesmo com a promulgação da Lei Maria da Penha, em 2006, a Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica chegou a Patrocínio somente em 2019. Mas, mesmo sendo bastante recente, nós somos os únicos no País que realizamos o protocolo de atendimento, não só com a vítima, mas também com o autor”, afirma o sargento Ítalo.

Ainda segundo ele, todo esse trabalho é feito em conjunto com a Polícia Civil, advogados da área, psicólogos e a mídia em geral. “O atendimento à vítima de violência, para ser eficaz, deve ser completo, abrangendo todas as áreas da nossa sociedade”, conclui.

Segundo a delegada, Dra. Patrícia Amaral, todos os dias são expedidos mandatos de medidas protetivas contra as mulheres em Patrocínio. São mulheres que chegam à delegacia fragilizadas pois sofreram violência física, patrimonial, psicológica ou moral. “As mulheres atendidas por nós recebem toda a atenção e acolhimento necessários e, após a oitiva já saem de lá com o encaminhamento ao Poder Judiciário”.

Para o coordenador do curso de Direito, Prof. Rodrigo Lopes, o evento atingiu seu objetivo de reunir diferentes profissionais ligados ao tema para debater em conjunto com os alunos essa temática tão relevante para toda a sociedade.

CPI dos planos de saúde em Minas Gerais: deputada Maria Clara Marra exige investigação para proteger os direitos das pessoas com TEA



A deputada estadual Maria Clara Marra, presidente da Frente Parlamentar em

Defesa da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA), e a deputada estadual

Nayara Rocha, vice-presidente da mesma Frente, protocolaram nesta quarta-feira

(12/06) um requerimento para a constituição de uma Comissão Parlamentar de

Inquérito (CPI) para a investigar o cancelamento unilateral de contratos

coletivos de saúde e identificar as operadoras envolvidas nessa ação.

O objetivo é apurar possíveis abusos de poder econômico, violações dos direitos do

consumidor e descumprimento da legislação vigente.

Na última sexta-feira (07/06), a Frente se reuniu com Eliane Medeiros, Diretora de

Fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e Rikardo Ferreira

da Costa, Chefe do Núcleo da ANS em Minas Gerais. A reunião tratou da gravidade

dos cancelamentos, especialmente para pacientes com Transtorno do Espectro

Autista (TEA) e outras condições que exigem atendimento contínuo.

"Não podemos aceitar que operadoras de saúde cancelem unilateralmente os

contratos, deixando famílias desamparadas e vulneráveis. Isso é uma violação dos

direitos dos consumidores e um abuso de poder econômico que precisa ser

investigado", declarou Maria Clara Marra.

"As famílias que dependem de cuidados médicos contínuos e terapias específicas

não podem ser tratadas com desdém. A criação desta CPI é essencial para proteger

essas pessoas e garantir que seus direitos sejam respeitados", afirmou Nayara

Rocha.

Desde abril, muitos beneficiários foram surpreendidos pelo cancelamento unilateral

de seus planos de saúde, sendo orientados a buscar novas operadoras. A situação

tem gerado angústia e insegurança, principalmente para as famílias atípicas que

dependem de cuidados médicos contínuos e terapias específicas.

Maria Clara Marra e Nayara Rocha têm sido vozes ativas nessa luta. "A saúde é um

direito fundamental de todos os seres humanos e não podemos permitir que

interesses econômicos sacrifiquem a vida dessas pessoas”, afirmou Maria Clara.

O requerimento para a criação da CPI conta com 36 assinaturas e será analisado

pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

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